domingo, 3 de janeiro de 2016

Pânico fecha o ano driblando a crise. Relembre as vezes em que o programa foi gamer

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O Programa Pânico passou por diversas crises no ano de 2015, porém já havia sido confirmado como atração na Band em 2016 desde novembro, o que não sofreu alteração após a última polêmica ocorrida em dezembro, durante a participação na CCXP. Segundo o blog Conexão TV Audiência, o Pânico na Band "fechou o mês de dezembro com uma média de 5,7 pontos na Grande São Paulo, ocupando o quarto lugar absoluto no ibope e incomodando a Rede Record e o SBT durante alguns horários". A notícia foi publicada no Instagram de Rodrigo Scarpa, o Repórter Vesgo, que comentou os resultados online com o público. Veja o que dizia a postagem: 

"O #paniconaband está no ar em #2016 ! Em 2015 crescimento de audiência de 62% e um dos maiores faturamentos da emissora ( programas com média de 6 e picos de 8.5) . Segundo revistas publicitárias como Meio e Mensagem, índice positivo de retorno das marcas como Oi, Sky entre outras . Chegamos a passar Globo, Record e SBT em alguns domingos de 2015 conquistando o primeiro lugar em audiência . Momentos épicos como exclusivas de Silvio Santos , Maju , Luciano Huck, Brito Jr, Faustao , Willian Bonner, Boni, Cid Moreira , Glória Maria entre outros mestres da TV que hoje brincam com a gente e nos concedem entrevistas e exclusivas divertidas. Personagens novos, quadros novos, novos formatos, aliás é muito conteúdo pra equipe inteira colocar no ar. (...) Só temos a agradecer a vcs e aos artistas que nos prestigiam sempre, alguns críticos de TV que não quiseram passar essas informações e nos "amam" e aos outros que gostam mesmo nosso muito obrigado ! . Sem esquecermos dos 16 milhões de inscritos nas redes sociais do Programa. Você que nos acompanha a quase 13 anos! Entre erros e acertos o programa vai se ajustando (...)"

Games e cultura pop foram tema de matérias e gincanas do Pânico 

No decorrer de sua história, o Pânico além de acompanhar celebridades e jornalistas nacionais, também realizou grandes matérias com astros internacionais e ícones da cultura pop, como Rowan Atkinson, o Mr. Bean, diversas estréias de filmes do cinema nacional e internacional, cobertura da morte de Roberto Bolaños, o Chaves, e até mesmo acompanhando a volta do Monty Phyton, um dos programas de humor mais conhecidos e idolatrado de todos os tempos. O programa também sempre abordou temas políticos e sociais, porém as brincadeiras de gosto duvidoso envolvendo violência e agressão verbal muitas vezes chamam mais a atenção. Entre os diversos assuntos abordados, os games tiveram espaço no programa, seja através da apropriação da estética durante a edição (usando linguagens gamer icônicas como barras de life ou efeitos sonoros) ou como temas de gincanas. Abaixo, algumas das mais lembradas:

Pânico Dramaturgia: Clássicos do Videogame - Nesta gincana, alguns cenários de jogos foram recriados, expondo os participantes (do elenco do programa) a diversas formas (controladas) de sofrimento físico. Diversas cenas de jogos são mostradas, com os devidos créditos.

Afogando o Ganso: Especial Jogos de Videogame - Fantasiados como personagens conhecidos, modelos femininas e masculinos descem um tobogã com um ganso de brinquedo na mão. O objetivo é acertar o objeto em um alvo. Câmeras registram a tentativa em diversos ângulos. Os personagens retratados são vistos em trechos dos jogos, além de alguns efeitos característicos. Em 2011, foi feita uma versão só com personagens tradicionais, como Mario, Sonic, Pac Man e Donkey Kong

O quadro É Menino ou Menina também mostrou alguns jogos, desta vez em uma análise: os "Agnaldos" tentariam descobrir através da jogabilidade se o player escondido atrás de um biombo seria um menino ou uma menina. Ao final, foi quebrado o estereótipo de que meninas jogam mal. 

Em 2009, quando a atração ainda era veiculada pela Rede TV!, o quadro "Mario Bros" recriava algumas situações do jogo em ruas de São Paulo, com alguns conceitos de pegadinhas e parkour. Anões eram utilizados para representar o Mario ao perder os efeitos do cogumelo, e panicats representavam a Princesa Peach. 

Além destes exemplos, muitas matérias e gincanas foram exibidas com temas de games, cinema e quadrinhos durante os 12 anos do Pânico, sendo infundada a afirmação de que a atração não tem cultura pop como temática nas pautas. Considerado como propagador do bullyng e do assédio moral, devido ao incidente na CCXP onde uma cosplayer foi lambida por um repórter, foi criado um abaixo assinado contra o programa. Através do Instagram, Rodrigo Scarpa, comentou: "e a petição que não teve adesão? E a Veja ainda deu moral pra ajudar. Queriam 700.000 assinaturas e conseguiram 40.000, isso sim foi o mico do ano... ajudem lá... oremos. Jornalista rezando pro programa acabar. Tem que rir mesmo". E completa: "os críticos são assim. Pegam um fato isolado igual o que aconteceu na Comic con e transformam em uma tempestade em copo d´agua. E esquecem todas as coisas boas que surgiram neste ano. Até hoje só lembram dos socos, mas das glórias esquecem". 

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