domingo, 10 de agosto de 2014

Pai Gamer, Filho Nerd? Três casos de família que joga unida... #FelizDiadosPais

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Se você é gamer e tem em torno de 30 anos, provavelmente cresceu sofrendo restrições ou até punições de seus pais por jogar videogame. Hábito saudável porém muitas vezes incompreendido, os jogos eletrônicos nunca foram totalmente bem vistos pelos pais nos anos 70, 80 e 90, que sempre se alicerçaram nas prédicas de que a gamemania "estragava a TV" ou era "uma diversão sem futuro". O ato de jogar videogame por muitos era considerado vagabundagem, ou coisa que não servia para nada. Porém, essa geração cresceu, se tornou chefe de família e por sua vez, incorporou o ato de jogar videogame à rotina doméstica, gerando filhos saudáveis, bem educados e claro, nerds: afinal, inspirados nos pais, também têm predileção por personagens e jogos específicos. O passatempo em comum ajuda a melhorar as relações familiares, e os filhos podem ver nos pais um amigo não só para a diversão, mas para compartilhar gostos. Abaixo, três exemplos de pais que estão passando aos filhos o legado gamer:
Marcelo e Fernando - O criador da Brasil Game Show, Marcelo Tavares, admite passar as horas livres de seu dia jogando games com seu filho Fernando. Porém, também afirma que o herdeiro da maior coleção de consoles do Brasil precisa primeiro cuidar das responsabilidades para então poder se divertir: “Nada em excesso é positivo. Com o meu filho eu procuro sempre cobrar dele primeiro a execução de suas tarefas escolares, para que depois ele possa jogar. Além disso, tento sempre estabelecer um número máximo de horas que ele pode jogar diariamente, em torno de  três a quatro por dia, no máximo” afirmou em entrevista ao jornal O Fluminense.  

Raul e Leonardo - Raul Tabajara, da desenvolvedora de jogos Carranca Games, divide seu tempo entre a divulgação de seu novo jogo Kaiju Infestation, a árdua tarefa de lecionar aulas de Computação Gráfica em cursos e Universidades, e cuidar do pequeno Leonardo. Como pai, procura estar sempre presente na vida do filho, seja levando diariamente para a escola, ou para os eventos de games em que participa. Enquanto está com a atenção voltada para os seus projetos, é a esposa Juliana quem cuida do pequeno, que já demonstra interesse nos controles... Algumas "roubadas temáticas" que Leonardo já entrou devido ao pai gamer: fazer baby cosplay, ganhar presentes gamers e claro, ser figurinha conhecida de postagens e montagens nas redes sociais!
Celso e Murilo - Celso Affini, do Defenestrando Jogos, também procura dar a maior atenção e carinho possíveis ao pequeno Murilo, de dois anos. Esse gamepai ainda não se arrisca a passar os controles de sua preciosa coleção de raridades para o menino, mas afirma: "não vejo o dia de ele estar jogando uns games comigo". O cuidado é compreensível: a coleção de Celso possui pérolas da geração 8 e 16 bits; uma infinidade de jogos, revistas e consoles. Para a educação gamer de Murilo, prefere levá-lo a passeios, como o fliperama do shopping, menos arriscado para a coleção, além de um programa mais divertido. Quando o herdeiro nasceu, ao invés de chá de bebê, Celso promoveu uma "jogatina com o bebê", festa onde os convidados puderam jogar o melhor dos 16 bits e conhecer a criança...

"Ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando for velho, não se desviará dele" - Provérbios 22:6

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